Intervenções

O tratamento da morte súbita é realizado através das manobras de ressuscitação cardiorrespiratória de suporte básico e avançado de vida, com o objetivo de abortar a morte súbita e evitar o dano cerebral irreversível (SOUZA; CARVALHO, 2013).

O melhor tratamento para a morte súbita é a prevenção. Antigamente, essa prevenção era realizada através de drogas antiarrítmicas, porém alguns estudos mostraram pouca eficácia dessas drogas para alguns pacientes de maior risco. A partir das pesquisas, foram desenvolvidos dispositivos implantáveis que se tornaram o padrão na terapia de prevenção de morte súbita, os Cardiodesfibriladores Implantáveis (CDI) (SANTOS et al., 2015).

Marcapasso (cardiodesfibriladores implantáveis)

Fonte: (UFPE, 2016).

Recomenda-se, também, que as comunidades que tenham pessoas com risco de parada cardiorrespiratória implantem programas de acesso público à desfibrilação. A American Heart Association (2015) recomenda treinamento para leigos em parada cardiorrespiratória e reanimação cardiorrespiratória com uso de Desfibrilador Automático Externo (DEA).

A Sociedade Brasileira de Cardiologia orienta que é necessário oferecer treinamento de suporte básico de vida (com ênfase na reanimação cardiopulmonar, se possível com uso de DEA) para leigos. Mas, esclarecemos, esta é uma decisão dos gestores, a fim de atender a uma demanda que não conta com investimento público generalizado, ou seja, não é uma política pública de saúde.

Aprenda a fazer uso do desfibrilador automático (em espanhol)
Fonte: (SIKANA ES, 2016).

Aprenda a fazer uso do desfibrilador automático (em português)
Fonte: (GEEaD CPS-CETEC, 2014).

Última atualização: quarta, 3 Jul 2019, 15:12